Lesões Anexiais — O-RADS
ACR O-RADS · Ultrassom v2022 e Ressonância · Risco, conduta e laudo
Escolha a modalidade e descreva uma lesão. Para lesões múltiplas ou bilaterais, avalie cada uma separadamente e considere a maior categoria na conduta global.
Avaliação
Medidas e localização
Categorias e risco de malignidade
Conduta por categoria
Definições do léxico
Seguimento e crescimento (O-RADS US)
Dimensão linear média. Para comparações seriadas a v2022 recomenda a média dos três eixos — (comprimento + largura + altura) ÷ 3 — e não o maior diâmetro isolado. O app calcula essa média sempre que as três medidas são informadas. O maior diâmetro continua sendo o que define o limiar de 10 cm.
Mudança no intervalo. Os limites de 10–15% da dimensão linear média são usados nas orientações específicas de seguimento de cistos O-RADS US 2; não encerram o acompanhamento de toda lesão anexial.
Seguimento. Nos cistos abrangidos por essa orientação, redução ≥10–15% permite encerrar a vigilância; estabilidade leva a controle aos 24 meses do exame inicial; crescimento pode exigir controles aos 12 e 24 meses e avaliação ginecológica. O-RADS US 3 estável tem controles aos 12 e 24 meses. Mudança morfológica exige reclassificação.
Após dois anos. A continuidade do acompanhamento depende do tipo de lesão e da decisão clínica, não de encerramento automático.
Ressalvas importantes
Aplicação. Os descritores e categorias US podem ser utilizados em pacientes de alto risco ou sintomáticas após excluir diagnósticos como gestação ectópica, infecção pélvica, torção de ovário normal e massas uterinas. As recomendações de conduta US pressupõem risco médio e ausência de sintomas agudos. A RM pressupõe risco médio e ausência de sintomas agudos. Gestação e avaliação pediátrica exigem interpretação e conduta individualizadas.
Achados mistos sobem, não descem. Quando a lesão apresenta descritores de mais de uma categoria, o ACR orienta aplicar o que resulta na categoria mais alta, para preservar a sensibilidade para malignidade.
Uma categoria por lesão. Lesões múltiplas ou bilaterais são pontuadas separadamente, e a conduta segue a de maior categoria.
Irregularidade de parede abaixo de 3 mm não é componente sólido. O espessamento focal da parede ou do septo com menos de 3 mm de altura conta como parede interna irregular; a partir de 3 mm passa a ser componente sólido e muda toda a via de classificação.
A conduta é orientação, não regra. Risco genético (BRCA, Lynch), sintomas, marcadores tumorais, exames anteriores e condição cirúrgica podem justificar afastar-se do que é sugerido aqui.
Não é um produto do ACR. Esta é uma implementação independente dos documentos publicados do O-RADS US v2022 e do O-RADS RM, sem endosso do American College of Radiology.
Instalar no celular
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Android (Chrome): abra o menu de três pontos e escolha "Instalar aplicativo".
Após o primeiro acesso completo com internet, o aplicativo fica disponível offline neste navegador.
Referências
ACR O-RADS US v2022: tabelas / assessment tables · ACR O-RADS MRI: documentos 2024 / 2024 documents · ACR FAQ: aplicação e seguimento / applicability and follow-up
Strachowski LM, Jha P, Phillips CH, et al. O-RADS US v2022: An Update from the American College of Radiology's Ovarian-Adnexal Reporting and Data System US Committee. Radiology. 2023;308(3):e230685. doi:10.1148/radiol.230685
Andreotti RF, Timmerman D, Strachowski LM, et al. O-RADS US Risk Stratification and Management System: A Consensus Guideline from the ACR Ovarian-Adnexal Reporting and Data System Committee. Radiology. 2020;294(1):168-185. doi:10.1148/radiol.2019191150
Sadowski EA, Thomassin-Naggara I, Rockall A, et al. O-RADS MRI Risk Stratification System: Guide for Assessing Adnexal Lesions from the ACR O-RADS Committee. Radiology. 2022;303(1):35-47. doi:10.1148/radiol.204371
Thomassin-Naggara I, Poncelet E, Jalaguier-Coudray A, et al. Ovarian-Adnexal Reporting Data System Magnetic Resonance Imaging (O-RADS MRI) Score for Risk Stratification of Sonographically Indeterminate Adnexal Masses. JAMA Netw Open. 2020;3(1):e1919896.
Sadowski EA, Stein EB, Thomassin-Naggara I, et al. O-RADS MRI After Initial Ultrasound for Adnexal Lesions: AJR Expert Panel Narrative Review. AJR Am J Roentgenol. 2023;220(1):6-15.
American College of Radiology. O-RADS™ Clinical Resources — Ultrasound and MRI. acr.org