HepFe* · Ferro hepático
Relaxometria por RM · Análise do sinal e estimativa de ferro
Aprender com exemplos
Explore três exemplos
DIDÁTICOCompare curvas, medidas e laudos. Sua avaliação é preservada enquanto você explora.
Nos três: 1,5 T · Garbowski (2014) · 12 ecos sintéticos, sem gordura ou ruído. Concentração em mg Fe/g de peso seco. Curvas ideais para ensino; não são um protocolo de aquisição.
Entenda as faixas e os métodos ↗Importar imagens
NO DISPOSITIVODICOM: tempos de eco dos metadados e sinal médio de uma ROI hepática desenhada uma vez. JPG/PNG: leitura do TE e da média da ROI já escritos na imagem.
Volte à sua avaliação para importar arquivos do exame.
Processamento local. Arquivos e textos reconhecidos não são enviados nem salvos. Até 128 arquivos / 256 MB por lote; 32 ecos por curva. A importação só substitui as medidas atuais ao aplicar.
Arraste uma elipse no parênquima hepático, evitando vasos, lesões e artefatos. Revise a posição em cada eco pelas setas. Não há segmentação automática do fígado nem correção de movimento.
Medidas reconhecidas
| # | TE (ms) | Sinal médio |
|---|
Confira as medidas com cada imagem de origem, o campo e o método. OCR pode errar números ou associar rótulos incorretamente.
Texto reconhecido (OCR)
Arquivos aceitos e limites
DICOM: MR gradiente-eco (GR) original de um frame, monocromático de 8/16 bits, sem compressão, little/big endian. Enhanced MR, DICOM comprimido e escalas quantitativas proprietárias não são suportados. Imagens Philips com fatores de escala privados não são aceitas na importação direta: digite manualmente na tabela os valores médios da ROI medidos na estação de trabalho. O campo é lido dos metadados (1,4–1,6 T como 1,5 T; 2,8–3,1 T como 3 T). Séries/cortes diferentes são separados. Capturas precisam de TE (ms) e Mean / Média / Sinal identificados, ou tabela de duas colunas TE/sinal; o brilho da imagem não recupera o sinal original da RM.
Os arquivos do OCR são carregados deste site no primeiro uso (cerca de 6 MB). Após uso bem-sucedido com o service worker ativo, esse motor pode ser reutilizado offline.
Aquisição e método
Use a mesma escala de sinal e reconstrução da ROI hepática. O ruído informado é subtraído de cada eco. Não o estime a partir do último eco hepático. Se o ruído variar entre ecos, use processamento validado.
Medidas dos ecos
Informe o sinal da mesma ROI em todos os ecos, evitando vasos, lesões e artefatos. Uma ROI única não representa necessariamente todo o fígado.
Colar medidas de uma tabela
Tabulação ou ponto e vírgula aceitam vírgula decimal. CSV exige ponto decimal; espaço após a vírgula é aceito. A importação substitui as medidas atuais após a validação dos dados.
| # | TE (ms) | Sinal da ROI | Usar |
|---|
Decaimento e ajuste
Pontos preenchidos estão incluídos; vazados estão excluídos. Selecione um ponto ou use a tabela para alterar a inclusão. As exclusões são manuais; o R² isolado não comprova validade da medida.
Exportar curva para o laudo
PNG com fundo branco. Use o tamanho compacto em editores simples de laudo. Você pode baixar o arquivo ou copiar a imagem para colar em um editor que aceite imagens.
Informe ecos válidos em número suficiente para calcular o ajuste e exportar a curva.
Se o editor aceitar apenas texto simples, use Copiar laudo e anexe o PNG separadamente onde o RIS/PACS permitir. Uma imagem não pode ser inserida em um campo que aceite somente texto.
Resultado
Laudo para revisão
O texto preserva as limitações do cálculo. Confirme os dados e ajuste a descrição da aquisição antes de incorporá-lo ao laudo.
Limiares de concentração de ferro
Unidade: mg de ferro por g de tecido seco. Conversão: 1 mg/g = 17,9067 µmol/g. A classificação usa o valor não arredondado. As casas decimais exibidas evitam ambiguidade nos limites e não expressam precisão clínica.
Métodos, equações e compatibilidade
O ajuste minimiza os resíduos no espaço original do sinal, sem regressão logarítmica ponderada. A exclusão de pontos não é automática. Garbowski usa a equação principal em potência do artigo; a aproximação linear da Figura 4 não é usada para o laudo.
A curva com offset de Wood e a curva sem offset de Garbowski são ajustadas separadamente. A implementação em sinais médios de ROI não reproduz todos os detalhes das aquisições e análises originais. A correspondência de modelo não substitui validação clínica ou do protocolo.
Em 3 T, d’Assignies requer sinal de ruído medido. A equação 0,314 × R2* − 0,96 foi derivada no subgrupo com CHF abaixo de 130 µmol/g. O estudo usou três ROIs hepáticas e seleção de ecos em fase em situações específicas. Não há seleção automática de fase nem correção de gordura multipico neste app. A concentração não é emitida quando a estimativa atinge ou ultrapassa 130 µmol/g.
Alam → Wood (referência histórica). R2*₁,₅ = (R2*₃ + 25,4276) / 2,051, seguido da equação de Wood. Essa cadeia indireta não constitui uma calibração independente contra biópsia e não garante comparabilidade longitudinal. Foi retirada das opções de laudo; consulte Alam et al. (2016).
Aquisição e limitações
Aquisição. O consenso recomenda protocolo multieco com primeiro TE e espaçamento curtos (< 1 ms), seis a doze ecos e tratamento do ruído. Na suspeita de sobrecarga acentuada, 1,5 T pode ser preferível. O mínimo de quatro ecos distintos (cinco com offset) é uma regra operacional do aplicativo, não uma recomendação clínica de aquisição.
ROIs. Mantenha a localização entre ecos e evite vasos, lesões e artefatos. ROIs maiores e mais numerosas podem melhorar a reprodutibilidade. Uma ROI única é uma amostra local, sem equivalência estabelecida à avaliação segmentar ou de todo o fígado.
Gordura e ruído. Métodos R2* com correção de fatores de confusão são preferidos quando disponíveis. Este aplicativo não separa água e gordura. Suspeita de interferência de gordura, platô de ruído ou amostragem insuficiente exige revisão, mesmo quando o R² é alto. Não exclua pontos apenas para aumentar o R².
Sobrecarga elevada. Valores acima de aproximadamente 40 mg/g em 1,5 T e 26 mg/g em 3 T podem exceder a faixa prática de R2*, dependendo da aquisição. A equação de d’Assignies disponível aqui tem faixa menor. R2/FerriScan também apresenta limitações acima de aproximadamente 40 mg/g; não é uma solução universal para esse limite. Reavalie a técnica e a necessidade de método especializado.
Seguimento. Preserve aquisição, processamento e calibração. Uma mudança de método pode simular mudança de concentração. O limite de R² de 0,95 usado pelo app é um filtro operacional, não uma garantia de acurácia nem um critério da diretriz.
Instalar no celular
No Safari do iPhone/iPad, use Compartilhar → Adicionar à Tela de Início. No Chrome do Android, use o menu → Instalar aplicativo.
Após o primeiro carregamento completo, os arquivos essenciais podem ser usados sem internet. As medidas ficam apenas na sessão aberta e não são salvas ao fechar ou recarregar a página.
Referências
Reeder SB, Yokoo T, França M, et al. Quantification of Liver Iron Overload with MRI: Review and Guidelines from the ESGAR and SAR. Radiology. 2023;307:e221856. doi:10.1148/radiol.221856
Wood JC, Enriquez C, Ghugre N, et al. MRI R2 and R2* mapping accurately estimates hepatic iron concentration in transfusion-dependent thalassemia and sickle cell disease patients. Blood. 2005;106(4):1460–1465. doi:10.1182/blood-2004-10-3982
Garbowski MW, Carpenter JP, Smith G, et al. Biopsy-based calibration of T2* magnetic resonance for estimation of liver iron concentration and comparison with R2 Ferriscan. J Cardiovasc Magn Reson. 2014;16:40. doi:10.1186/1532-429X-16-40
d’Assignies G, Paisant A, Bardou-Jacquet E, et al. Non-invasive measurement of liver iron concentration using 3-Tesla magnetic resonance imaging: validation against biopsy. Eur Radiol. 2018;28(5):2022–2030. doi:10.1007/s00330-017-5106-3
Alam MH, Auger D, McGill LA, et al. Comparison of 3 T and 1.5 T for T2* magnetic resonance of tissue iron. J Cardiovasc Magn Reson. 2016;18:40. doi:10.1186/s12968-016-0259-9
Henninger B, Alústiza J, Garbowski M, Gandon Y. Practical guide to quantification of hepatic iron with MRI. Eur Radiol. 2020;30:383–393. doi:10.1007/s00330-019-06380-9